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apsferreira



terça-feira, 5 de abril de 2011

Diz-me, meu amor...

(Um dueto, escrito a uma amiga,
ora, pelo meu sentir, ora, pelo meu pensar)

Que bela é a que cor é essa tua alma,
que tanto é este ardor e a calma
que ela gera, em mim,
meu amor...
Quem me dera todas fossem, assim, dessa sua cor
O meu coração acalenta essa beleza, que ela ostenta...

Este penoso momento de espera,
em que nada acontece,
que, efectivamente, parece não mais terminar
vai acabar por aniquilar o meu
coração e mente...

Que bela é a cor desse teu pensamento,
que me inebria e assim tanta que é a alegria
que ele gera, em mim,
meu amor...
Ele faz-me viver a vida, com tanto alento,
que eu não cabo, em mim, de contentamento...

Eu sinto o tempo a passar e a, a me embalar,
em acontecimentos eminentes,
a me estimular, de facto, para que eu os agarre,
de imediato, sem por mais esperar

Que bela é a cor desse teu coração,
pois, que tão belo é o seu esplendor
e tanto é o encanto que ele gera, em mim,
meu amor...
Tão boa é a sensação de sentir o seu pulsar,
pois, esse seu bater sereno faz-me, enfim, acalmar...

Eu vejo soluções garridas, porém, possíveis e tão evidentes
que há tanto, por mim, são tão queridas
e que parecem agora provir da vontade de um destino
que tem sido, sempre, um meu guardião, divino

Que bela é essa cor, a do teu corpo,
que tão grande é este meu desejo que eu sinto dele
e tanto é o estimulo que ele gera, em mim,
meu amor...
Ele deixa-me completamente absorto,
quase morto e, por ser assim, eu sempre
que nele penso fico fora de mim...
...e diz-me de que cor é essa sua tez,
que, por sua vez,
tanto é o desejo que gera, em mim,
meu amor...
Ele faz esvair-me e ressurgir, outra e outra vez,
num constante morrer e renascer...

E, assim, de alma e coração
eu estendo-lhes a minha mão,
e, quantas vezes amparado, por o desatino,
toco-as de leve e vou as moldando
à maneira, que vou encontrando um feedback positivo,
a cada dia mais evidente

Que bela cor é essa, a tua,
efectivamente,
que tem a beleza do sol e o encanto da lua
e tanto é o prazer gera, em mim,
meu amor...
Ela faz-me estremecer, por tanto te querer,
e junto a ti pretender, para sempre, permanecer...

Um feedback activo e promissor
tão criativo,
gerador de carinho e de amor
tão apelativo...
Ele, a cada dia, deixa-me mais cativo
do seu esplendor!

apsferreira

Diz, meu amor... (Dueto escrito a uma amiga, ora, por o meu sentir, ora, por o meu pensar) - Poemas de introspecção - Poemas e Frases - Luso-Poemas

2 comentários:

Silviah Carvalho disse...

Muito bonito mesmo o poema, parabéns.

maria gorete disse...

Sentir é o que importa,o ser humano vive de emoções e tú relata muito bem em teus poemas,é pura emoção!!!"Diz-me,meu amor...Lindo poema!beijos.