Abril, que com sonhos mil o coração encheste
De Esperança, ao incauto moço e à cachopa
Tu vieste e voltaste, mas tu não os protegeste
Dos devastadores ventos vindos da velha Europa
Eles já levaram o pão, que tu deste ao povo
Usando a grande crise europeia como alibi
E, assim, eles espalham a miséria aqui, de novo
Tais obscuros vampiros da UE, do BCE e do FMI
Eles desembarcam calados e com um ar radical
E, logo instalam-se no centro nevrálgico do país
Pois, saudoso Abril, agora neste velho Portugal
São esses senhores quem cá tudo diz e desdiz...
apsferreira
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