SEJA BEM-VINDO.

Este é um blogue humilde.

Espero, que se sinta bem, aqui.



Nem sempre o dia amanhece, igual

E, então, a nossa Alma, por tal

Reflete a luz de modo diferente

O importante é olhar o mundo

E tentar entender o seu profundo

E caricato modo de moldar a gente





Espero, que aprecie os momentos, que

estiver, aqui, e que esse seja um motivo,

para que volte.





POR FAVOR, DEIXE OS COMENTÁRIOS NOS POEMAS, APENAS.

CASO CONTRÁRIO ACABARÃO, POR PERDER-SE, AQUANDO DA

RENOVAÇÃO DO BLOGUE



apsferreira



sábado, 18 de junho de 2011

O Azul do Mar











Um dia, a mirar o mar,
e aquele seu azul profundo
pleno de segredos inconfessos
das piratarias que se espalham, pelo mundo,
eu, nas suas calmarias,
vi-o esconder, furibundo,
os trilhos que os marinheiros nele deixaram impressos
e quantos outros objectos,
nele, lançados por movimentos discretos,
dejectos de inconfessos passados.
Mirei o mar um dia e vi-o furibundo
debatendo-se em grande agonia
a tentar esconder na sua calmaria,
o que toda a gente lhe pedia
que ele escondesse do mundo
Eu envolvi-o na minha paixão
e cheguei a amainar-lhe o coração...
e quando eu já não o achava possível
o mar, sem eu o esperar,
de súbito começou a se irritar
e, irascível, atirou comigo ao chão
Foi então que eu nele compreendi
aquele azul que eu vi
e toda a sua contradição...

apsferreira

Um comentário:

BELA FLOR. disse...

Boa noite! Albano

Lindo poema amigo.

Beijos